quarta-feira, 9 de abril de 2008

Clinihauer está sendo substituída; as mudanças são poucas

Rádio CBN

Todos já estão recebendo as novas carteirinhas do Dix Clinihauer, um novo produto que chega ao mercado do Paraná, lançado pelo Grupo Amil. O Dix é voltado para as classes mais baixas (C, D e E) tem abrangência regional, ou seja, vai funcionar apenas em Curitiba, Região Metropolitana e nos sete municípios do Paraná.

O diretor comercial da Amil Curitiba, André Madureira, conta que o novo produto mantém todas as principais características, como preços e segmentações, aumentando o número de médicos e hospitais, mas limitando a abrangência.

O Paraná é o terceiro estado a contar com o Dix. Até agora, apenas São Paulo e Rio de Janeiro dispunham desse produto mais barato.

A Clinihauer foi adquirida no ano passado pelo grupo Amil, com um investimento de R$ 53 milhões, e em dezembro foi totalmente extinta. Os planos de saúde não estavam sendo mais vendidos.

O Grupo Amil tem hoje cerca de 200 mil beneficiários no Paraná e responde por aproximadamente 20% do mercado.

Prevenção de Câncer de Colo Uterino

Toda Comunicação

Os programas atuais de controle do câncer de colo uterino, baseados em coletas repetidas de colpocitologia oncológica (exame de Papanicolaou) têm sido eficazes, no entanto, na América Latina,o câncer de colo uterino é a segunda neoplasia mais freqüente e também a segunda causa de morte por câncer entre as mulheres.

A conscientização feminina de que a prevenção, bem como, o diagnóstico e tratamento das lesões em uma fase que chamamos de pré-câncer, além de fundamental importância, são as únicas possibilidades de evitarmos a evolução para o câncer.

O exame ginecológico com coleta de material para avaliação citológica já é bem conhecido, mas nem sempre realizado com a regularidade necessária. Muitas mulheres, ainda hoje, passam longos períodos sem consultarem o seu ginecologista.

Na vigência de alterações no exame citológico (preventivo), serão indicados outros exames complementares como a colposcopia e eventualmente a biópsia para estudo anátomo patológico e, diante deste resultado, será indicado o melhor tratamento. Sempre com grandes possibilidades de cura.

Sabe-se da relação do vírus HPV (Papilomavirus Humano) como um dos fatores envolvidos no desenvolvimento de lesões pré-câncer de colo uterino, sendo assim, foram desenvolvidas vacinas profiláticas (preventivas), já disponíveis no mercado, indicadas para mulheres ativas sexualmente (ainda não infectadas pelo vírus HPV) ou para mulheres inativas sexualmente a partir dos nove anos de idade. Elas são específicas contra os vírus de maior potencial oncogênico. Vacinas terapêuticas estão em fase de desenvolvimento.

É importante ressaltar que mesmo tendo sido vacinada a mulher deverá continuar realizando os seus exames de Papanicolaou regularmente.

Dra. Ângela Carvalho, CRM 11060
Consultório: Rua XV de Novembro, número 2913, Alto da XV, Curitiba-PR

terça-feira, 8 de abril de 2008

Alterações climáticas influenciam a proliferação de doenças tropicais


Agência Estadual

As mudanças climáticas podem estar influenciando na proliferação de doenças tropicais (ocorridas em clima quente) e ressurgentes – àquelas que voltam a afligir a população com mais força, após longo período sob controle como, atualmente, a dengue e a febre-amarela. A conclusão foi apresentada nesta segunda-feira (07) na Assembléia Legislativa, em debate promovido pela Comissão de Ecologia e Meio Ambiente, pelo professor-doutor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Francisco Mendonça.


Em sua palestra “Mudanças Climáticas e Doenças no Paraná”, Francisco mostrou gráficos sobre a evolução térmica e pluviométrica do Estado do Paraná, desde 1975, comprovando a ocorrência de surtos de dengue em períodos onde houve aumentos de temperatura.

"A intensificação das doenças e do aquecimento global, influência na proliferação de várias doenças que dependem das mudanças climáticas como, por exemplo, a febre amarela, dengue e malária. Ou seja, se sabemos que o planeta vai aquecer, significa que as áreas onde estas doenças acontecem irão expandir”, alertou Francisco. Em relação ao Paraná, o especialista destacou as epidemias ocorridas em Londrina (2003) e Maringá (2007).

“Nas duas epidemias constatamos a ocorrência de condições climáticas atípicas que permitiram a explosão da dengue, aliado a condições sociais, obviamente”, relatou. Segundo ele, as regiões Norte e Noroeste do Estado são as que mais têm sofrido as consequências do aumento da temperatura – em torno de 1º Celsiu, desde 1975.

“Os climas sempre mudaram e os homens se adaptam as mudanças climáticas. Agora, caso as autoridades não estejam atentas a isso, as consequências podem ser maiores”, afirmou Francisco, destacando que a maior possibilidade de proliferação de doenças tropicais está em cidades ou lugares onde as pessoas terão seus ambientes modificados pela elevação do nível do mar, construção de habitações ou distorções ambientais.

SAÚDE E MEIO AMBIENTE
A audiência pública foi uma proposição do presidente da Comissão de Ecologia, deputado estadual Luiz Eduardo Cheida (PMDB) tendo em vista as comemorações do Dia Mundial da Saúde (07 de abril), que neste ano por sugestão da Organização Mundial da Saúde tem como tema o “Meio Ambiente”.

Cheida vai apresentar esta semana Projeto de Lei que cria o Programa Estadual de Prevenção, Combate e Erradicação do mosquito causador do dengue no Estado do Paraná. Segundo ele, a discussão serviu para detectar a necessidade de leis, decretos ou portarias que possam beneficiar as autoridades no cumprimento de medidas por parte da população. Pesquisas informam que 95% da dengue é causada por problemas que poderiam ter sido resolvidos como disposição correta de lixo, limpeza de jardins e caixas d´água, entre outros.

“Articulamos uma discussão entre poder legislativo, sociedade e governo com seus técnicos e especialistas para discutir as doenças que começam a ressurgir no Paraná com bastante força, provavelmente em função das mudanças ambientais que estamos tendo. Todas as soluções apontadas serão trabalhadas”, informou Cheida. Para ele, as mudanças climáticas ainda estão passando despercebidas pela população e as causas são evidentes. “O Paraná não tem debatido como deveria esta questão de mudanças climáticas e doenças”, destacou.

AÇÕES
Participaram da audiência pública o secretário estadual da Saúde, Gilberto Martin; o secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, e o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, coronel Sérgio Fillardo. O secretário da Saúde falou sobre a estrutura do Paraná para combater doenças como a Dengue e a Febre-Amarela, por exemplo.

“O Paraná possui um setor de vigilância bem estruturado em seus mais de 500 hospitais, em 1,8 mil Unidades básicas de saúde e 1,6 mil equipes de saúde da família e que tem vascularização e agilidade para atender a estas doenças”, mencionou o secretário, lembrando que o Estado possui uma estrutura de vigilância exclusiva para doenças como a dengue e a febre amarela.

De acordo com o Martin, são duas as etadas de enfrentamento à doença. “O Paraná vive atualmente a primeira delas, que é intensificar a vigilancia e o trabalho de orientação em saúde eliminando mosquito, não propiciando sua proliferação e contendo a transmissão da doença. Outro momento é o que vive o Rio de Janeiro, quando falha o combate à proliferação, ocorre um surto e há necessidade de uma retarguarda operacional e estrutura”, explicou o secretário.

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, acredita que a proliferação da dengue está associada aos impactos ambientais. “São raros os estudos científicos que comprovam a relação entre estas doenças e as mudanças climáticas. No caso da dengue, por exemplo, a ligação mais direta é a perda de habitat causada pelo deflorestamento, e da água – uma necessidade que faz com que o mosquito migre para as cidades”, enfatizou.

Para ele, são muitos os desdobramentos e mutações do aquecimento do planeta, imperceptíveis e ainda não estudados. “A ciência não pode acompanhar o efeito das mudanças climáticas sobre todas as espécies. No caso da elevação dos oceanos, por exemplo, existe o impacto sobre as correntes marítimas, quantidade de fitoplanctons (microorganismos vegetais que constituem a base alimentar da vida nos oceanos e mares) dizimada pelos raios ultravioletas, entre outros parâmentros de análise”, enumerou. “Nós conseguimos medir quantos milímetros o oceano está subindo, mas os efeitos destes milímetros ainda não”, finalizou Rasca.

Também participaram da audiência pública representantes da Fundação Nacional da Saúde no Estado (Funasa); a vice-presidente da Comissão de Meio Ecologia, deputada estadual Rosane Ferreira (PV); deputado estadual,Tadeu Veneri (PT), técnicos e representantes de todas as regionais de saúde no Paraná.

FEIRA
Após a audiência, uma feira estará montada no Espaço Cultural da Assembléia Legislativa nos dias 07 e 08 de abril mostrando os vetores transmissores de doenças emergentes e reemergentes, equipamentos e materiais utilizados para promover o saneamento ambiental e domiciliar, um ‘larvário insetário’ e um mostruário de animais peçonhentos. Além disso, o Hospital Santa Cruz estará apresentando programas de Medicina Preventiva do Hospital Santa Cruz durante as atividades que marcam o Dia Mundial de Saúde, como o Programa Qualida de Vida, com ênfase no Programa de Abandono do Tabagismo e o serviço de Check-up do Hospital Santa Cruz.

Benefícios da carne vermelha

Alimento é essencial para nosso organismo

Toda Comunicação

Muitas pessoas pensam que sinônimo de saúde é ser vegetariano. Realmente, comer muitos legumes faz com que o organismo fique mais forte. Abdicar totalmente da carne vermelha é um grande erro, já que ela possui grandes quantidades de vitaminas e minerais que são indispensáveis para o ser humano.

A carne vermelha é o alimento que mais possui ferro biodisponível, facilmente assimilável pelo corpo e de absorção rápida. É o alimento mais eficiente no combate à anemia.

Para o médico nutrólogo Maximo Asinelli, "a carne vermelha além de alto teor protéico, ser rico em zinco, cálcio, fósforo, sódio, potássio, enxofre, cloro, magnésio, cobre, níquel, manganês, carboidratos, substâncias nitrogenadas, vitamina B1, vitamina B2, vitamina B3, vitamina B12, ou seja, é um dos mais ricos alimentos".

As gorduras que a carne vermelha possui também são saudáveis. "As pessoas pensam que a gordura da carne é em todo, prejudicial à saúde, mas não é isso. Elas são vitais, pois produzem membranas celulares, enzimas transportadoras, enfim, uma série de vantagens".

O brasileiro consome, em média, 38 quilos de carne bovina por ano. Para Maximo, é indispensável comprar carne em lugares credenciados e que mantenham as condições de limpeza em dia. "Há muitos abatedouros clandestinos em nosso país, por isso é de suma importância conhecer a procedência da carne consumida".

Com essas dicas, o consumidor pode ficar tranqüilo em relação à carne vermelha. "A carne vermelha é de suma importância para o ser humano, mas deve ser consumida, como qualquer outro alimento, com moderação", conclui o nutrólogo.

Doutor Máximo Asinelli (CRM-Pr 13037)Médico NutrólogoEmail: maximoasinelli@terra.com.brEndereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba, PR. Fone: 41 3015-6001

Cuidados e serviços que beneficiam a saúde são oferecidos gratuitamente em shopping

Cidades do Brasil

Cinco dias dedicados à saúde e ao bem-estar. Quem for ao Shopping Jardim das Américas durante a semana que começou segunda-feira, 7 de abril, e vai até a sexta-feira, dia 11, encontrará diversos serviços e orientações sobre hábitos importantes para a conservação da saúde. A programação faz parte da II Semana de Saúde do Shopping e acontece na Praça de Eventos do empreendimento das 16h às 20h. Nesta terça-feira (8), o público conta com sessões de massagens relaxante facial e orientação sobre acupuntura e auriculoterapia. Na quarta-feira (9), sessões de reflexologia (massagem dos pés) e quick massage, além de serviços de avaliação e orientação nutricional. Na quinta-feira (10), repetem-se a massagem relaxante facial e orientações sobre acupuntura e auriculoterapia e para encerrar, na sexta-feira (11), tem avaliação e orientação nutricional mais exames de glicemia. Durante todos os dias tem aferição de pressão. Tudo de graça. Para saber mais, 41 3366 5885.

PROGRAMAÇÃO

Dia 08 – terça-feira: aferição de pressão, massagem relaxante facial e orientação sobre acupuntura e auriculoterapia.
Dia 09 – quarta-feira: aferição de pressão, sessões de reflexologia (massagem dos pés) e quick massage.
Dia 10 – quinta-feira: aferição de pressão, massagem relaxante facial e orientação sobre acupuntura e auriculoterapia.
Dia 11 – sexta-feira: aferição de pressão, avaliação e orientação nutricional e realização de exames de glicemia.

SERVIÇO

O que: II Semana de Saúde do Shopping Jardim das AméricasQuando: de 7 a 11 de abril das 16h às 20hOnde: Praça de Eventos do Shopping Jardim das Américas, 2º Piso.Av. Nossa Senhora de Lourdes, 63Quanto: gratuito

domingo, 6 de abril de 2008

Estresse é tema de campanha em comemoração ao Dia Mundial da Saúde

Central Press
Em comemoração ao Dia Mundial da Saúde (7 de abril), o Hospital VITA inicia nesta segunda-feira uma campanha de combate ao estresse - considerado pela Organização Mundial de Saúde o mal do século.
A campanha acontecerá durante o XVIII Crystal Fashion - maior evento de moda do Sul do País, que pretende atrair 36 mil visitantes de 7 a 12 de abril, no Shopping Crystal, em Curitiba. As equipes de medicina, enfermagem e psicologia do VITA estarão no evento medindo o nível de estresse dos convidados e profissionais envolvidos, prestando informações aos interessados e ensinando maneiras de minimizar os efeitos nocivos do estresse no organismo.
De acordo com a gerente de marketing do Hospital, Lorena Nogaroli, o objetivo não é que as pessoas eliminem o estresse das suas vidas, porque isso já é impossível atualmente. "O que queremos é mostrar para o público que existe como conviver com o estresse sem deixá-lo interferir na saúde".

Temporão pede suspensão de comerciais de remédios à base de paracetamol

Agência Brasil

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, pediu a suspensão de comerciais de medicamentos à base de paracetamol. Ele orientou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para requerer aos laboratórios a suspensão voluntária das propagandas, porque há suspeitas de uso abusivo desses medicamentos analgésicos, muito utilizados em caso de possibilidade de dengue.

“Existem alguns medicamentos, analgésicos e antitérmicos, que são contra-indicados em caso de suspeita de dengue, que interfiram de alguma forma na coagulação sangüínea. Mas existem outros medicamentos, como o paracetamol, que são indicados em casos de suspeita de dengue. Se usados de maneira inadequada, no entanto, em dose excessiva, em crianças ou adultos, podem levar a graves danos no fígado, inclusive com hepatite tóxica, medicamentosa. Como estamos vivendo uma situação de excepcionalidade no Rio de Janeiro, o momento não é de automedicação", afirmou.

Segundo Temporão, é preciso evitar que as crianças recebam o medicamento em doses excessivas que podem, ao invés de resolver o problema, causar um outro problema tão grave quanto a dengue.

“Solicitei ao presidente da Anvisa, Dirceu Raposo, que entrasse em contato com os laboratórios, tanto produtores dos medicamentos proibidos em caso de dengue, quanto dos que produzem paracetamol, e que veiculam publicidade na tevê e nos rádios, para que eles suspendam este tipo de publicidade voluntariamente, nesse período, e utilizem o espaço para veicular mensagens de prevenção e alerta sobre a doença", acrescentou o ministro, que discutiu o combate à dengue em reunião com autoridades de saúde, entidades públicas e comunitárias, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Temporão destacou que em caso de suspeita de dengue deve-se buscar orientação médica, em postos de saúde e hospitais: "É importante deixar isso claro, para que as pessoas tomem o remédio indicado pelo médico.”