sexta-feira, 4 de abril de 2008

Novo fitoterápico no mercado

Benefícios do produto natural são imensos

Toda Comunicação

Pense em um produto natural capaz de reduzir medidas na cintura. Esse mesmo produto é natural e brasileiro. A Pholiamagra age diretamente queimando a gordura da barriga, aumentando as fibras musculares. Estudada por americanos e utilizada há vários anos em países da Europa, o produto está chegando às farmácias de manipulação de Curitiba.

O médico nutrólogo Maximo Asinelli, da Clínica Asinelli, está começando a receitar o produto para suas pacientes. "Aliado a outros fatores como alimentação saudável e práticas de exercícios físicos regulates, a Pholiamagra tem a capacidade de reduzir medidas do manequim", ressalta.

"A erva atua no sistema nervoso central inibindo a vontade de comer, contribuindo para uma grande queima de gorduras localizadas e depósito de gorduras", diz o nutrólogo. O maior benefício do fitoterápico, sem contar as medidas a menos, é que não há nenhum efeito colateral por se tratar de um produto natural. "Atua também como energético e estimulante da circulação. Além disso, ajuda a prevenir o depósito de gordura nas paredes das artérias coronianas, diminuindo problemas cardíacos relacionados ao sobre peso".

As vantagens do Pholiamagra são imensas, mas é necessário que se faça uma consulta ao médico antes da utilização do produto. "Assim o médico tem como saber quais são os hábitos alimentares, enfim, conhecer o paciente", diz Maximo.

Serviço:
Clínica Asinelli
Dr. Maximo Asinelli - Médico Nutrólogo (CRM-Pr 13037)
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba, PR. Fone: 41 3015-6001
E-mail: maximoasinelli@terra.com.br

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Morte súbita cardíaca sofre influência de 'efeito aniversário', sugere pesquisa

Pessoas parecem ter tendência a ataques no dia em que um membro da família morreu.

Associação emocional faz sentido, mas mais dados são necessários para provar hipótese.

Agência Globo

Muitas vezes nos defrontamos com famílias em que os falecimentos ocorrem em uma mesma data ou época do ano. Coincidência? Talvez não. Pelo menos no que diz respeito à doença cardíaca. Uma pesquisa venezuelana demonstra que casos de morte súbita cardiológica são mais freqüentes no dia em que outro membro da família, especialmente pai e mãe, faleceram.

O estudo realizado em parceria com um hospital da Filadélfia, nos Estados Unidos, buscava determinar quais seriam os possíveis gatilhos para a ocorrência de morte súbita. Em um grupo de 102 casos sucessivos de morte súbita, o dado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a proximidade com a data de falecimento de um ente querido. As arritmias cardíacas muitas vezes são precipitadas por alterações emocionais.

Um estudo realizado pela Universidade Yale, em 2002, documentou, em pacientes com desfibriladores implantados, a influência da raiva e do stress sobre a ocorrência de arritmias graves. O período de luto, por sua vez, está entre os fatores de piora da doença cardiológica. Os cardiopatas, diante da perda de um familiar, muitas vezes caminham para depressão e isolamento social, piorando sua situação clínica.

Nos pacientes estudados, 13 casos ocorreram no dia em que um parente havia falecido. Dentre esses casos, a metade no dia em que o pai havia morrido e 38% no dia do falecimento da mãe. Curiosamente, dois terços dos casos aconteceram com homens e com idades semelhantes às dos parentes mortos. Esse é o aspecto dos resultados que deverá ser estudado mais profundamente para determinar a causa dessa diferença.

Segundo Eduardo Saad, especialista em arritmias do Instituto Nacional de Cardiologia (RJ), é importante observar que o estresse emocional pode ser o "gatilho" para a ocorrência de arritmias graves. O cardiologista, porém, ressalta que o paciente certamente deverá ter alguma patologia cardíaca prévia. Somente a reação emocional não pode ser responsabilizada pela morte súbita.
O trabalho foi apresentado, no Congresso do Colégio Americano de Cardiologia, em Chicago.

Cientistas descobrem gene responsável pelo câncer de pulmão


France Presse

O risco de uma pessoa ter câncer no pulmão dependeria de variações genéticas individuais, de acordo com pesquisas publicadas nesta quarta-feira pelas revistas científicas "Nature" e pela "Nature Genetics".

A descoberta, feita por três diferentes equipes de pesquisadores, aponta variações associadas ao risco de câncer no pulmão situadas no cromossomo 15, apesar de os autores divergirem sobre se esta é ou não uma relação direta com a dependência à nicotina.

"O fumo é responsável por 9 em cada 10 casos de câncer no pulmão, mas essas pesquisas mostram que certos fumantes têm ainda mais risco de adquirir esse tipo de doença devido ao seu perfil genético", afirma o cientista britânico Lesley Walker.

Segundo os estudos, um fumante que possui a variação genética indicada tem 80% mais chances de desenvolver câncer do que um fumante que não apresenta tais variações.

As pesquisas ainda apontam que o risco de câncer no pulmão é quase duas vezes superior nas pessoas que possuem as variações genéticas com relação àquelas que não as possuem.

"O risco atribuído a este grupo de indicadores representa 15% dos casos de câncer de pulmão", afirma Mark Lathrop, diretor científico da fundação Jean Dausset e diretor do Centro Nacional de Genotipagem da França.

Nicotina A região do cromossomo 15 identificada por estes estudos contém genes de receptores de nicotina que poderiam desempenhar um importante papel na formação do câncer, favorecendo a fixação da nicotina sobre as células, assim como de outros produtos tóxicos.

Segundo outra hipótese apresentada, é a predisposição à dependência de tabaco que favoreceria o consumo e por conseguinte o risco de câncer.

"Esses resultados poderão abrir novos caminhos para desenvolver e melhorar os tratamentos", diz Paul Brennan, do CIRC (Centro Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, na sigla em inglês), da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Os pesquisadores estudaram os genes de mais de 35 mil pessoas na Europa, Canadá e nos Estados Unidos. A pesquisa envolveu apenas pessoas descendentes de europeus. Segundo os cientistas, novos estudos serão realizados envolvendo pessoas de origens africanas e asiáticas.